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Crítica estruturada dos stopmotions

 Stopmotion da Lívia 

Ao assistir e discutir sobre o stopmotion da Lívia, observamos uma opinião em comum entre os críticos: os efeitos sonoros utilizados e a sensação de profundidade na segunda parte do vídeo são fatores muito positivos para o aumento da imersão do telespectador. Contudo, ao inserir um mesmo objeto e utilizar o mesmo som no surgimento dele, torna a experiência pouco previsível, o que pode ter sido a intenção da criadora ao se apropriar da lógica finalística e, sendo assim, fazendo um bom trabalho. 

Stopmotion da Sayuri


Os efeitos sonoros canalizam/limitam a interpretação e direcionam o sentimento recebido. Além disso, a mudança de iluminação quando a luz passa pelo objeto é uma questão interessante. Identificamos a finalística e a causalística no vídeo porque sabemos que a luz vai passar pelas linhas dos objetos mas não sabemos qual vai ser o caminho e nem para onde ela vai depois. Ademais, um ponto negativo é que o vídeo possui poucos frames, o que da impressão que está meio travado.


Stopmotion da Joana



A mudança das formas geométricas abrem espaço para muitas interpretações, as cores usadas são vibrantes, os movimentos são contínuos e não há interrupção nas transições entre as cenas. A continuidade do movimento, e o fato de que um movimento só pode acontecer depois de outro se relaciona com a causalística. Dessa maneira, a previsibilidade dos movimentos se relaciona com a finalística. E por fim, a abertura para várias interpretações e a abstração das formas se relaciona com a problemática. Um ponto negativo observado é a falta de efeitos sonoros no vídeo.



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